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O que começou nas ruas encontrou novos muros e novos suportes. Meu trabalho como artista visual nasce da estética urbana e se desdobra em duas frentes: os murais, que ocupam empresas, residências e espaços comerciais com a identidade da arte urbana; e as telas, onde a mesma linguagem ganha um tratamento mais refinado, dialogando com a arte contemporânea sem perder a pegada urbana. Com experiência como coordenador e produtor de projetos culturais, já liderei iniciativas que conectam arte, comunidade e espaço público, porque acredito que a arte não é só visual: é ferramenta de impacto social, ocupação e pertencimento.